domingo, 16 de outubro de 2011

Wish You Were Here


I have to put this completly now, 'cause this is completly what I feel:
"So you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here"

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dots

05 de outubro, o dia em que uma mente brilhante se apaga. Steve Jobs morreu, e deixou seu grande legado da Apple. Mas além disso, Jobs também nos deixou lições importantes sobre a vida.
No começo do ano, eu havia visto seu discurso de 2005 em Stanford, que provavelmente será amplamente difundido agora. E das suas histórias, contadas neste dia, uma me marcou muito. "Conneting the dots". Hoje, com a morte do CEO da Apple, essa história voltou instantâneamente aos meus pensamentos: Jobs, hoje eu entendo o que você quis dizer perfeitamente.


E aqui, as palavras mais marcantes, as quais citei acima: "...you can't connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So you have to trust that the dots will somehow connect in your future. You have to trust in something — your gut, destiny, life, karma, whatever. This approach has never let me down, and it has made all the difference in my life."


E seu último ponto, Jobs, se ligou hoje.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

...

So, so you think you can tell
Heaven from hell
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold stell rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Onde estão?

Acho incrível o tamanho do abismo que existe entre as fases da vida.
Íngrime, abrupto, ele nos faz mudar a maneira de enxergar e agir ao que nos cerca, de forma que qualquer transição passe despercebida; apenas percebemos que não somos mais os mesmos a partir de certo momento.
Os assuntos ficam mais escassos, as sorrisos se tornam menos frequêntes, a personalidade marcante é suavisada. E aquele nosso jeito único, diferente, do qual nunca pensamos de nos desfazer, de repente não é mais nosso. E então percebemos que "crescer" também pode não ter sido uma opção àqueles que também já se viram passando por esta fase.
Creio que isso tudo faz parte da sina do ser humano, que no seu desejo nunca se contenta com o que tem. Quando não tem algo, quer ter, quando tem, enjoa, e quer mais. E assim, enjoamos das boas, porém velhas e repetidas, emoções rotineiras. E cada vez mais, precisamos de coisas novas com o que nos contentar, e cada vez menos as coisas nos agradam.
E cada vez mais, a vida fica mais sem graça.
Quando criança, ninguém entende porque os adultos sentem tanta falta do passado: refelxo da falta que faz sentir curiosidade, de aprender, de sempre estar vivendo o novo.
Eu tive o desejo de experimentar o mundo a fora, mas nunca quis me desfazer da vida que levava. E não queria que muitas estivessem do jeito que estão hoje. Mas é aí que entra a nossa capacidade de lhe dar com as frustrações e negações da vida. Eu sou sim, conformado, feliz. Mas eu quero mais. Talvez, eu também já tenha caído na armadilha do enjôo.
Mas parece que no fundo, eu sei que as coisas vão melhorar. Eu sempre busquei a felicidade plena em coisas distantes, algumas até impossíveis, e talvez, grande parte disso sempre esteve bem na frente dos meus olhos.
Talvez minha felicidade não seja dando aulas, ou dono de uma empresa própria, ou morando em londrina. Ou talvez seja. Mas porque olhar somente para o que está no horizonte? Talvez um bom par de óculos ajude minha mente de olhos hipermétropes a olhar não só o que está distante, mas também a felicidade que está muito perto de mim, e que pode me ajudar a deicidir aquilo que está além, e não será resolvido amanhã.
Eu sempre fui uma pessoa de muitos planos, traçando bem as rotas antes de pisar nos caminhos. O que eu preciso aprender agora, é gerenciar o que deve ser deixado pra depois, e o que merece atenção agora. Não é largar de lado todos estes planejamentos. É planejar, sem almejar tanto o que vai vir, e vivendo o que está justo aqui comigo.

domingo, 31 de julho de 2011

The End

"This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
I'll never look into your eyes...again
Can you picture what will be
So limitless and free
Desperately in need...of some...stranger's hand
In a...desperate land ?"

Jim Morrison
The End das férias

quinta-feira, 28 de julho de 2011

The seasons change

and my life, and my objectives, and my friends, and the things that you know

and everything is the same, but everything has changed
like the same different water that is flowing
and the future became past, and the past will not change anymore, but the past will change what is coming

madness, whispers
well, you'll never see this, you don't know this
this is my misplaced place

it's enough to me, and it's enough to you